Não há como matar um amor
Sem que se morra aos pouquinhos
Sem que se retire pedaços de si a dor
Sem que se sangre
Sem que se abandone aos pedacinhos.
Automutilação e sobrevivência
Enquanto se tenta sufocá-lo em vida
Para que não mais pulse e grite
Vai-se indo também devagarinho
Na contradição entre vá e fique.

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