Teu rosto.
Tão breve meu olhar-te.
Brevemente eterno.
Levo-te na memória viva
Como escultura cravada em pedra.
Sublime momento este em que meus olhos te encontram
E guardo sua imagem em frasquinhos de poesia.
E dela me alimento, aos poucos.
Como me alimenta
O que é belo e intocável.
Como me alimenta
O pôr do sol majestoso e efêmero
E o mar nos dias de inverno.

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