Deus Todo-Poderoso, cuja força e poder minha mãe me ensinou a relembrar:
Dá-me a serenidade da brisa fresca desses dias de outono.
Ensina-me a afastar a tempestade da inquietude que desassossega meus dias.
A matar essa saudade que tenho de tudo que ainda não tive, não senti, não toquei.
Ensina-me a ser lua cheia todo dia, tácita, contemplável e sem lacunas.
A aceitar os limites e não desejar o distante, o inatingível, o diferente.
Ajuda-me a alcançar a plenitude satisfeita daqueles que velam o cotidiano.
E perdoa-me.
Amém.

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